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Embaixador do Japão pede ajuda para realização dos Jogos de Tóquio 2020

Em busca de ajuda para a realização dos Jogos Olímpicos de 2020, o novo embaixador do Japão no Brasil, Satoru Satoh, se reuniu nesta quarta-feira (22/02) com o ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB/RJ). O peemedebista sugeriu que os orientais foquem na economia de gastos de construção das instalações do evento, além de parcerias com iniciativas privatizadas. Dessa forma, os investimentos em outras áreas essenciais não ficam comprometidos.

“Foi assim que consolidamos de forma exitosa os nossos Jogos. Nós permitimos que 60% fossem gastos feitos por iniciativas privadas e apenas 40% de recursos públicos. Acho importante realizar os Jogos com custo mais baixo, é uma demanda da população e do mundo todo para prestar atenção nos recursos públicos”, explicou Picciani.

O ministro ainda manifestou a admiração brasileira pela nação nipônica em se preparar e superar desafios ao longo do caminho. Ele destacou ainda, a importância da participação social no processo de preparação do Brasil para a Rio 2016.

“O que eu considero mais significativo foi o apoio dos brasileiros, a forma como o povo se envolveu com o evento e recebeu os estrangeiros. Sem essa conquista, acredito que não teríamos sucesso nos Jogos”, justificou Picciani.

Durante a reunião, o embaixador japonês lembrou o acordo de Cooperação na área do esporte firmado entre o Brasil e o Japão no Fórum Mundial de Esporte e da Cultura, ocorrido no país nipônico em outubro de 2016. Satoh disse ter expectativas de que essa parceria se consolide, por exemplo, em projetos sociais e de treinamento de judô envolvendo atletas de ambos os países.

“O número de praticantes de judô no Brasil é o maior do mundo: são dois milhões de praticantes, enquanto no Japão temos somente 200 mil. Nós podemos trocar experiências neste sentido, já que através da modalidade, podemos aprender disciplina, boas maneiras e o respeito ao próximo”, ressaltou o embaixador.

Ainda segundo Satoh, a Academia Kodokan, foi fundada no Japão, vem introduzindo o judô nas escolas públicas dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, mas a iniciativa pode ser realizada no estado do Rio de Janeiro.

Ao final, o ministro Picciani comentou da sua visita às comunidades brasileiras no Japão durante o mês de outubro de 2016, e falou do seu compromisso em realizar projetos voltados para essa população no exterior.

“Eu assegurei que nosso governo implementaria projetos de esporte voltados para os brasileiros no Japão. E seria muito positivo se tivéssemos a parceria do governo japonês nessa nossa tarefa”, destacou o ministro.

Estavam presentes na reunião, o chefe da Assessoria Internacional do Ministério do Esporte, Embaixador Renan Barreto; além do secretário de Esporte de Alto Rendimento e o secretário Nacional da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem da pasta, respectivamente, Luiz Lima e Rogério Sampaio. 

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